Oportuno e ao mesmo tempo eterno.
Um clássico!
https://www.youtube.com/watch?v=8BQZ6WXlKmY
Blog pessoal sobre um interesse universal: histórias contadas e registradas em forma dramática, cinemática.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
EXPANDINDO O LABORATÓRIO DE DISSECAÇÃO
Desde que joguei alguns cacos de um quebra-cabeça que saía de minha cabeça quebrada, meses atrás, em direção à zona fantasma, uma amazona recolheu a intenção do éter e materializou uma realização diretamente do futuro. Como uma oráculo, profetiza - coisa de bruxa angelical - ela simplesmente sinalizou o Norte como um destino frio, mesmo para uma criatura bestialmente franksteiniana, e ainda assim um destino aprazível, mesmo para uma criatura genialmente frankesteiniana.
E assim, pela apoio de Mariana Dal Negro, mais do que retornar ao blog, avanço o projeto mais pessoal e inevitável de meu ser: compartamentar e compartilhar o meu cine-saber.
Digo avançar porque não ficaremos neste espaço. Nosso destino é conquistar o mundo - e se não der, pelo menos tentaremos o Acre.
(Mais) novidades nos próximos dias.
Próxima etapa: palavras em movimento (não sem antes dar uma paradinha neste blog)
Da sala de aula para a sala de cinema: Mari Dal Negro (desconheço o autor do frame, mas conheço a fúria dela ao ver que usei esta foto sem seu consentimento)
E assim, pela apoio de Mariana Dal Negro, mais do que retornar ao blog, avanço o projeto mais pessoal e inevitável de meu ser: compartamentar e compartilhar o meu cine-saber.
Digo avançar porque não ficaremos neste espaço. Nosso destino é conquistar o mundo - e se não der, pelo menos tentaremos o Acre.
(Mais) novidades nos próximos dias.
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Próxima etapa: palavras em movimento (não sem antes dar uma paradinha neste blog)
Da sala de aula para a sala de cinema: Mari Dal Negro (desconheço o autor do frame, mas conheço a fúria dela ao ver que usei esta foto sem seu consentimento)
VOLTEI - E DESTA VEZ NÃO ESTOU SÓ.
"Go, Vulnavia, and let our victim know the full measure of our wrath!"
Assim como Phibes um dia voltou para finalizar seu plano, também eu - agora nós! - estamos aqui de volta.
Assim como Phibes um dia voltou para finalizar seu plano, também eu - agora nós! - estamos aqui de volta.
domingo, 2 de novembro de 2014
Heisenberg
Durante a primeira temporada já dá para constatar a força narrativa desta série e seu reconhecimento. A segunda temporada sustenta e avança para um longo segundo ato, que perdura por toda a terceira temporada. Na quarta temporada me peguei sendo testemunha da maior série de todos os tempos. Arquivo X é clássico, Lost é soberbo, My Name Is Earl é genial, mas Breaking Bad é arrebatador.
Em todos os sentidos.
Por todos os motivos.
E agora, a 3 episódios de terminar a série, desejaria que ela não terminasse nunca.
Para saber tudo: http://www.imdb.com/title/tt0903747/?ref_=nv_sr_1
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
A Volta do Que Não Foi
6 meses!?!?! 6 meses da última postagem?!?!
Não por nada, foram 6 meses intensos fora da blogsfera - mas não à parte dela.
Com o tempo completamente preenchido com produções audiovisuais próprias, pouco pude apreciar das produções alheias.
Mas não fiquei desatualizado. Ainda tem percepções a serem transcritas no fundo da gaveta.
Devo algumas resenhas de filmes que vi nesse período - algumas, pois da maioria dos filmes vistos, claro que poucos sobrevivem ao calor da expectativa, que via de regra serve como combustível para frustração.
A você, que faz parte do pequeno grupo que lê neste quente fevereiro de 2014, fique sabendo que o blogue segue dentro de seus propósitos, mas antecipo que dois filhotes, no melhor modo "spin off", estarão sendo divulgados nos próximos dias.
E você, que me lê do futuro, já conhece o fruto desta árvore que um dia foi um pequeno arbusto.
Vamos lá, que o ano promete andar de trote a galope!
Não por nada, foram 6 meses intensos fora da blogsfera - mas não à parte dela.
Com o tempo completamente preenchido com produções audiovisuais próprias, pouco pude apreciar das produções alheias.
Mas não fiquei desatualizado. Ainda tem percepções a serem transcritas no fundo da gaveta.
Devo algumas resenhas de filmes que vi nesse período - algumas, pois da maioria dos filmes vistos, claro que poucos sobrevivem ao calor da expectativa, que via de regra serve como combustível para frustração.
A você, que faz parte do pequeno grupo que lê neste quente fevereiro de 2014, fique sabendo que o blogue segue dentro de seus propósitos, mas antecipo que dois filhotes, no melhor modo "spin off", estarão sendo divulgados nos próximos dias.
E você, que me lê do futuro, já conhece o fruto desta árvore que um dia foi um pequeno arbusto.
Vamos lá, que o ano promete andar de trote a galope!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Red 2 é Mais do Mesmo - O que é Ruim... O que é Bom... O Que é Ruim.
A Hollywood do século XXI ainda aguarda um filme de John McLane - digo, de Bruce Willis - que não lembre, em algum momento, que a presença do carismático ator, em cena, não lembre o herói de Duro de Matar (pelo menos do Duro de Matar 3 em diante).
Alguns vislumbres diferenciais foram percebidos em Sin City, Refém e 16 Quadras. Mas isso já tem quase 10 anos em relação a Red 2 - Aposentados e Ainda Mais Perigosos (Red 2 - EUA - 2013), que traz de volta os personagens e a estrutura do primeiro filme, de 2010, que já era, em si, uma releitura de filmes de ação do estilo em que Willis havia se consolidado. Porém aquele contava com uma releitura e estética muito pertinente, entregando um produto bem interessante a um público que consumia - muito bem - a franquia Identidade Bourne e o surpreendente revitalizante Busca Implacável.
Mas, infelizmente, o novo só tem sabor quando consumido com frescor. Sobreviver ou simplesmente revisitar com ótica semelhante qualquer universo incorre em estar muito mais atento e produzir com muito mais acuidade do que quando se fez o "primeiro" filme - que, neste caso, tinha outra mão, megatalentosa, na boleia.
Para o bem ou para o mal a mão do diretor faz muita diferença, quer os produtores concordem ou não disso.
Desencanta ver que Red 2 se apoia estreitamente, enquanto narrativa, no primeiro filme, fazendo quase que uma paródia de si mesmo. Uma autofagia destituída de proteína - no caso, destituída dos sempre necessários elementos surpresa & emoção.
A se valer, em todos os casos, o ingresso, fica por conta do personagem de Helen Mirren, que é o contraponto emotivo-racional ao Marvin-Murdock (sim, o personagem de Malkovich lembrou muito o piloto doido e divertido do Esquadrão Classe A).
Ela, por si só, vale o ingresso. Mas o filme, como um todo, não.
Se é que um filme escapista tenha que valer algo além de sua proposta escapista.
Em tempo: Zeta-Jones e Hopkins, em algum momento, dão as caras no filme.
E só.
Indicado a: quem não esperar muito da continuação do admirável primeiro filme. E descerebrados em geral.
Para saber tudo: http://www.imdb.com/title/tt1821694
Alguns vislumbres diferenciais foram percebidos em Sin City, Refém e 16 Quadras. Mas isso já tem quase 10 anos em relação a Red 2 - Aposentados e Ainda Mais Perigosos (Red 2 - EUA - 2013), que traz de volta os personagens e a estrutura do primeiro filme, de 2010, que já era, em si, uma releitura de filmes de ação do estilo em que Willis havia se consolidado. Porém aquele contava com uma releitura e estética muito pertinente, entregando um produto bem interessante a um público que consumia - muito bem - a franquia Identidade Bourne e o surpreendente revitalizante Busca Implacável.
Para o bem ou para o mal a mão do diretor faz muita diferença, quer os produtores concordem ou não disso.
Desencanta ver que Red 2 se apoia estreitamente, enquanto narrativa, no primeiro filme, fazendo quase que uma paródia de si mesmo. Uma autofagia destituída de proteína - no caso, destituída dos sempre necessários elementos surpresa & emoção.
A se valer, em todos os casos, o ingresso, fica por conta do personagem de Helen Mirren, que é o contraponto emotivo-racional ao Marvin-Murdock (sim, o personagem de Malkovich lembrou muito o piloto doido e divertido do Esquadrão Classe A).
Ela, por si só, vale o ingresso. Mas o filme, como um todo, não.
Se é que um filme escapista tenha que valer algo além de sua proposta escapista.
Em tempo: Zeta-Jones e Hopkins, em algum momento, dão as caras no filme.
E só.
Indicado a: quem não esperar muito da continuação do admirável primeiro filme. E descerebrados em geral.
Para saber tudo: http://www.imdb.com/title/tt1821694
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domingo, 4 de agosto de 2013
Papai Smurf Sabe Tudo
"Não importa de onde você veio, mas quem você escolhe ser" - esta pérola de sabedoria é dada por uma pequena criatura azul, de barba, para uma outra criatura que questiona sua gênese e sua ânima.
Este momento "Mary Shelley para infantos" é uma jóia rara perdida no universo pastelão de Os Smurfs 2 (The Smurfs 2 - EUA - 2013).
O aproveitamento correto desta obra, no cinema, só se faz em dois aspectos: a vivacidade e credibilidade das pequenas criaturas e do gato Cruel (os humanos no filme são extremamente artificiais) e, com certeza, ter a companhia de um pequeno ao seu lado, um neófito em salas de exibição, que ficará se deslumbrando com uma imersão colorida nesse universo tão divertido.
E, claro, tão repleto de clichês, para quem já viu mais de 3 filmes do gênero.
O universo mitológico que contém anões é outra jóia ainda a ser trabalhada. A pequenez estrutural se soma à fração de sentimentos humanos (os 7 anões da Branca de Neve, somados, dão a totalidade da identidade emocional humana) e contemplam uma possibilidade infinita de aventuras. Asterix passeia de leve nessa seara, bem como, sob outra frequência, o Pequeno Polegar.
Um aspecto que Os Smurfs ainda devem no cinema. Oportunidade para isso não vai faltar.
Se você, como eu, odeia não conseguir tirar o "lá-lá-lá" da música tema da cabeça, também irá se divertir com a fúria irracional de Gargamel.
É com a frase que abre este texto que Jonathan Winters (1925-2013) se despede da voz de Papai Smurf, no áudio original.
Indicado a: fãs dos personagens de Peyo e criançada em geral, que ainda não passou pelos critérios mais elevados das animações da Pixar e da Dreamworks.
Para saber tudo: http://www.imdb.com/title/tt2017020
Este momento "Mary Shelley para infantos" é uma jóia rara perdida no universo pastelão de Os Smurfs 2 (The Smurfs 2 - EUA - 2013).
O aproveitamento correto desta obra, no cinema, só se faz em dois aspectos: a vivacidade e credibilidade das pequenas criaturas e do gato Cruel (os humanos no filme são extremamente artificiais) e, com certeza, ter a companhia de um pequeno ao seu lado, um neófito em salas de exibição, que ficará se deslumbrando com uma imersão colorida nesse universo tão divertido.
E, claro, tão repleto de clichês, para quem já viu mais de 3 filmes do gênero.
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O universo mitológico que contém anões é outra jóia ainda a ser trabalhada. A pequenez estrutural se soma à fração de sentimentos humanos (os 7 anões da Branca de Neve, somados, dão a totalidade da identidade emocional humana) e contemplam uma possibilidade infinita de aventuras. Asterix passeia de leve nessa seara, bem como, sob outra frequência, o Pequeno Polegar.
Um aspecto que Os Smurfs ainda devem no cinema. Oportunidade para isso não vai faltar.
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Se você, como eu, odeia não conseguir tirar o "lá-lá-lá" da música tema da cabeça, também irá se divertir com a fúria irracional de Gargamel.
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É com a frase que abre este texto que Jonathan Winters (1925-2013) se despede da voz de Papai Smurf, no áudio original.
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Indicado a: fãs dos personagens de Peyo e criançada em geral, que ainda não passou pelos critérios mais elevados das animações da Pixar e da Dreamworks.
Para saber tudo: http://www.imdb.com/title/tt2017020
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